Amazonian Portuguese variation: a comparative sociolinguistic study of four cities

Main Article Content

Romário Neves Coelho
Alécio Vaneli Gaigher Marely
Socorro Viana de Almeida
Thais Costa Botelho de Souza

Abstract

This study maps investigations into linguistic variation phenomena in speech data from Amazonas, based on a comparative sociolinguistic approach conducted in four municipalities within the state. The research is grounded in Variational Sociolinguistics, as proposed by Weinreich et al. (1968/2006), which understands linguistic variation as a systematic phenomenon, socially conditioned by groups of factors both internal, and external to the language. The study draws on the contributions of Faraco (2005, 2008), Labov (1972/2008), among others. To achieve this objective, a bibliographic review was conducted, involving the collection, systematization, and analysis of studies. The data were described and interpreted in light of the assumptions of Variational Sociolinguistics. The results demonstrate that sociolinguistic studies conducted in Amazonas focus on phenomena such as que só, mesmo, the variation between nós and a gente, and phonetic-phonological aspects, while highlighting the scarcity of research on other linguistic variables in the region.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
Neves Coelho, R., Marely, A. V. G., Almeida, S. V. de, & de Souza, T. C. B. (2026). Amazonian Portuguese variation: a comparative sociolinguistic study of four cities. EduSer, 18(2). https://doi.org/10.34620/eduser.v18i2.419
Section
Articles

References

Almeida, S. V., Coelho, R. N., & Marely, A. V. G. (2023). Estudo de ocorrências de fenômenos linguísticos no falar manauara. Uniletras, 45, 1–16. https://doi.org/10.5212/Uniletras.v45.22065.2023

Bandeira, G. dos A. F., & Ramos, R. F. (2019). Expressões de futuridade em cartas manuscritas do século XIX. Moara, 54, 260–280. https://periodicos.ufpa.br/index.php/moara/article/view/8161

Bechara, E. (2009). Moderna gramática portuguesa (37ª ed.). Lucerna.

Castilho, A. T. (2002). Variação dialetal e ensino institucionalizado da língua portuguesa. In M. Bagno (Org.), Linguística da norma (pp. 27–36). Loyola.

Cavalcante, M. S., & Martins, F. S. (2021). Sociolinguística cognitiva: Um outro olhar para a variação linguística. Muiraquitã: Revista de Letras e Humanidades, 9(1). https://doi.org/10.29327/210932.9.1-9

Coelho, I. L., Görski, E. M., Souza, C. M. N. de, & May, G. H. (2018). Para conhecer sociolinguística. Contexto.

Coelho, R. N. (2024). Um olhar sociolinguístico sobre a variação nós/a gente no falar anoriense (AM) [Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Amazonas]. https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10572

Faraco, C. A. (2005). Linguística histórica: Uma introdução ao estudo da história das línguas (12ª ed.). Parábola Editorial.

Faraco, C. A. (2008). Norma culta brasileira: Desatando alguns nós. Parábola Editorial.

Kato, M. (2002). A evolução da noção de parâmetro. D.E.L.T.A., 18(2), 309–337.

Labov, W. (2008). Padrões sociolinguísticos (M. Bagno, M. M. P. Scherre, & C. R. Cardoso, Trads.). Parábola Editorial. (Trabalho original publicado em 1972)

Lucchesi, D. (2012). A diferenciação da língua portuguesa no Brasil e o contato entre línguas. Estudos de Linguística Galega, 4, 45–65. https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/403

Paiva, M. da C. de. (2007). A variável gênero/sexo. In M. C. Mollica & M. L. Braga (Orgs.), Introdução à sociolinguística: o tratamento da variação (pp. 33–42). Contexto.

Rodrigues, M. O. dos S., & Castro, F. R. M. de. (2019). Análise sociolinguística da expressão “que só” na fala de estudantes de uma escola no município de Maués-AM [Trabalho de conclusão de curso, Universidade do Estado do Amazonas]. Repositório Institucional da Universidade do Estado do Amazonas. https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/5431

Scherre, M. M. P. (2005). Doa-se lindos filhotes de poodle: Variação linguística, mídia e preconceito. Parábola Editorial.

Severo, C. G. (2019). Línguas e heranças africanas no Brasil: Articulando política linguística e sócio-história. Revista da ABRALIN, 17(2). https://doi.org/10.25189/rabralin.v17i2.483

Silva, J. A. (2026). Distribuição geográfica dos estudos sociolinguísticos analisados no estado do Amazonas [Mapa].

Tarallo, F. (1986). A pesquisa sociolinguística (2ª ed.). Ática.

Weinreich, U., Labov, W., & Herzog, M. (2006). Fundamentos empíricos para uma teoria da mudança linguística (M. Bagno, Trad.; C. A. Faraco, Rev. téc.). Parábola Editorial. (Trabalho original publicado em 1968)

Votre, S. J. (2007). Relevância da variável escolaridade. In M. C. Mollica & M. L. Braga (Orgs.), Introdução à sociolinguística: o tratamento da variação (3.ª ed., pp. 51–57). Contexto.